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‘Não, você não foi abduzida, o zumbido no ouvido pode significar muitas coisas, até perda da audição’

 

 

 

 

 

 

Seu ouvido produz um tinido e se você não ficou exposta a nenhum barulho acima de 85 decibéis, é melhor correr para ouvir o que seu médico tem a dizer.

Seu ouvido produz um tinido e se você não ficou exposta a nenhum barulho acima de 85 decibéis, é melhor correr para ouvir o que seu médico tem a dizer.

Esse som é do tipo intermitente e incomoda tanto que nem deixa você dormir direito. Do tipo mais simples, parece até uma abelha zumbindo com o auxílio de um megafone, e o mais agravante é que não é provocado por nenhum fator externo. E pode ser ainda pior: vem anunciar que é sua audição que está dando defeito.

Alguns sentem o problema logo depois da exposição a um barulho forte, naquele momento em que no meio da rua tem alguém arrebentando o chão com uma escandalosa britadeira. E logo depois passa. Mas, quando surge sem causa aparente, teima em permanecer.

Aí é preciso analisar uma série de fatores de saúde, às vezes uma alergia, doenças como a diabetes, que pode acelerar a perda da audição, problemas na coluna, principalmente na cervical, otites, entre outros, e cada caso precisa ser tratado para que as respostas venham com mais velocidade.

• O bom é que em 70% dos casos há melhora e até cura:

Vamos explicar contando uma história. Hoje é um dia qualquer, você dormiu uma noite tranquila, e seu ouvido acordou junto contigo fazendo seu melhor: ouvindo todos os sons do entorno, os passarinhos cantando, cachorro latindo, e os sons ambientes, seu relógio de pêndulo, o motor da geladeira. Até aí tudo bem.

O problema é que de repente você começa a sentir um zumbido no ouvido que incomoda e continua. Aí você faz uma retrospectiva. Verifica que nem em sonho foi abduzida por um disco voador, vasculha para saber se uma abelha entrou na sua casa, e como acabou de acordar tem certeza de que ainda não colocou a panela de pressão no fogo.

Seu ouvido que até então se mantinha na função de plácido ouvinte começa um zum zum zum infernal em claro sinal de que algo não está bem. E você toma os seus remédios costumeiros, se alimenta devidamente, embora um pouco desorientada, acreditando que em dado momento ele vai parar. Só que além de não parar, o zumbido no ouvido vai aumentando gradativamente e você só tem uma saída.

De uma ou de outra forma, pela porta, depois de devidamente arrumada. Quando tem um bom plano de saúde, a coisa fica mais fácil, basta apenas dar uma ligadinha e marcar a consulta com o otorrino, mas caso contrário tem que perambular por upas ou unidades de emergência e, se tiver sorte, ainda consegue um bom atendimento com um clínico.

O otorrinolaringologista, com toda a certeza, antes de te recomendar uma bateria de exames, vai te tratar, além de elencar os fatores que podem produzir o desconfortável zumbido no ouvido:

• 1° Procedendo a limpeza, se a pessoa estiver com acúmulo de cera no ouvido;

• 2° Verificando a pressão, e se está ou se mantém alta pode ser um fator deflagrador;

• 3° Verificando as taxas de colesterol, e se está entupindo e bloqueando os vasos sanguíneos;

• 4° Realizando o tratamento em conjunto com um especialista da área, se a pessoa estiver apresentando problemas psicológicos;

• 5° Solicitando tomografia computadorizada, caso suspeite de algum tumor no cérebro que afete o ouvido ou mesmo um tumor dentro do ouvido, que esteja comprimindo ou afetando um nervo auditivo;

• 6° Fazendo exames internos para atestar que o problema não é devido ao endurecimento dos chamados ossículos – como martelo, bigorna e estribo localizados no ouvido médio – ou dos demais ossos auriculares, que é doença e conhecida como Osteosclerose;

• 7° Vendo se há problemas de circulação, que são responsáveis por outros problemas de saúde;

• 8° Constatando até que ponto há perda auditiva, principalmente a partir dos 60 anos de idade, e é causada em decorrência do envelhecimento.

O médico também pode pesquisar se há o desenvolvimento de doenças nos ossos mandibulares ou depois de eventos que causaram traumas tanto no crânio, quanto na nuca ou no pescoço, na maioria das vezes afetando direta ou indiretamente os nervos auditivos, e nem sempre o problema surge logo, às vezes demora um tempo para se manifestar.

• O zumbido no ouvido ocorre quando você faz uso de alguns medicamentos:

É sempre bom falar para o seu médico que tem fortes suspeitas de que um remédio pode estar contribuindo para o surgimento ou a continuidade do problema.

Alguns medicamentos ainda têm a capacidade de ampliar o zumbido e quanto mais você toma o medicamento mais o ouvido dá seu tinido.

 • Veja a seguir:

• o uso de alguns antibióticos;

• altas doses de aspirina;

• antidepressivos;

• diuréticos;

• medicamentos contra o câncer, entre outros.

• Entre os principais exames que seu médico vai realizar, destacamos:

•Audiometria – que além de medir a capacidade auditiva é importante para detectar o quanto há de perda no processo, especialmente quando houve algum trauma ou a pessoa passou das medidas no uso de algum medicamento ou mesmo quando há legado hereditário;

Acufenometria – nesse caso, o zumbido que também é chamado de acufeno e que é sempre tratado como uma percepção externa não desejada em um ou em ambos os ouvidos, há um teste, em que o profissional vai apresentando diferentes sons e em diferentes frequências sonoras para que a pessoa possa identificá-los.

Há ainda alguns fatores que podem contribuir para acentuar o problema, como desequilíbrios dos hormônios, seja na tireóide ou no hipotireoidismo, na menopausa e andropausa. Enfim, corra para o seu médico ao menor sinal de um zumbido no ouvido, antes que a perda seja irrecuperável.

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